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Sabotagem no Paraíso – Indice

Nota Editorial: Este texto é uma obra de ficção. Embora possa incluir referências a eventos históricos e figuras reais, a história, os diálogos e as interpretações são fruto da imaginação do autor. Qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, é mera coincidência.

E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.
E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
Versículos 11 e 12 do livro do Genesis

Sabotagem no Paraíso não é uma história sobre o que aconteceu — é sobre o que poderia ter acontecido.

E se o Jardim do Éden não fosse um lugar de inocência, mas um palco de manipulação? E se Lilith, a Primeira Mulher, não tivesse caído por desobediência, mas por ter descoberto demais?

Nesta sequência de capítulos, reescrevo a narrativa da criação como uma sabotagem espiritual. Deus, anjos, demónios — todos têm um papel, mas nenhum é o que parece.

Acompanhem a queda, a perfídia, os planos ocultos e a reconstrução de Eva como plano B. Esta não é uma história de fé — é uma história de dúvida, de poder e de revelações que nos obrigam a olhar para o Paraíso com outros olhos.

Nas narrativas seguintes, intituladas “Sabotagem no Paraíso”, tento explicar como Lilith, a Primeira Mulher, se transformou num demónio e qual a sua relação com Asmodeus, o terrível ente demoníaco que a acompanha na Caixa do Mal que é o elemento fulcral da série “A Maldição dos Montenegro“.

Escutem então a história de Lilith …e preparem-se para descobrir que o Paraíso nunca foi feito para durar.

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