CDM
Maria José
Camarate
Um autor que descobri recentemente, em boa hora, Uma excelente escrita, cativante, fluida, bem informada e culta, que nos dá a vivência histórica adequada da época (que conheço bastante bem...), e que nos prende desde o início. Apetece-nos continuar a ler... Como comecei por ler o segundo volume da saga da «caixa do mal», estou desejosa de ler o primeiro livro «Lágrimas no rio», em que me poderei situar melhor na trama, mas que me não impediu de usufruir bem desta leitura. Que venha o próximo livro que encerrará, presumo este ciclo.
CDM
Fernando
Porto
Acabei hoje a leitura deste romance e não podia estar mais satisfeito. Uma narrativa forte, sem dar descanso ao leitor, levando na corrente um expectativa crescente, uma vontade de entrar na trama para fazer opções. Um romance que acrescenta História ao leitor. A História de uma disputa entre liberais e absolutistas que fustigou o Porto com milhares de mortos, com fome e doenças e epidemias. Gosto da escrita e das histórias do Manuel Amaro Mendonça , quer pela beleza da narrativa, quer pelo interesse histórico dos seus livros. Como disse Marcelo Rebelo de Sousa no 10 de junho: Portugal é uma obra do Povo. Este livro mostra-nos isso.
CDM
Olimpia
Póvoa de Lanhoso
Enquanto esperava toda a manhã no hospital, "agarrei-me" à ler "A Caixa do Mal " e fiquei mesmo "agarrada" ao livro que acabei de ler no dia seguinte.Uma historia de amor fabulosa,uma narrative pelas ruas do Porto,as personagens do romance entrelacadas com feitos historicos que eu nao conhecia,fizeram-me verter uma lagrima com o fesfecho final! Ainda melhor que o primeiro livro , famoso "Lagrimas no Rio " que adorei. Grande Mendonça, espero a "suite" e felicitacões
CDM
Lucinda
Oliveira do Hospital
Mistério. Acção. Enigma. Maldição. Amor. – ingredientes bem combinados compondo uma boa obra literária. Em bom português, inteligível e fluido, é um romance que se lê com agrado e ansiedade. Agrado, porque se trata de uma escrita agradável e fluente. Ansiedade, porque a trama nos envolve e nos faz ansiar por mais e mais. Muito oportunas citações em latim, devidamente traduzidas e mais do que justificadas, dadas as circunstâncias de vida do protagonista. Toda a narrativa nos leva ao tempo das lutas liberais entre D. Pedro e D. Miguel, dois irmãos para um trono. A História de Portugal presente e bem documentada. A vida em Portugal no século XIX, com muita pobreza e meios precários de sobrevivência. A realidade pouco evoluída que mergulhava o povo em desigualdades gritantes, onde o preconceito era rei. Viajei para esses tempos e vesti a pele das personagens, imiscuindo-me nos diálogos credíveis e elucidativos. Viajei e gostei da viagem, embora o fim me tenha entristecido. Como se trata de uma narrativa aberta, confesso ter ficado expectante e desejosa de uma continuação. Afinal, a caixa do mal ficou por lá e alguém a encontrará um dia. O autor/escritor está de parabéns! Um belo trabalho merecedor de toda a minha consideração e apreço. Gostei. Gostei muito. Quero mais!
LNR
Fernando
Porto
Um conto excelente, quer pela história, quer pela narrativa, que se lê com agrado mas com contido prazer, pois a epopeica desgraça nele relatada leva o leitor a um sentimento de incredulidade, de fatalidade, mas também de catarse. Embora seja uma obra de ficção, este livro é também um documento de época de um povo - transmontano - e de uma civilização que hoje roçam o inacreditável. por entre toda a angustia que envolve esta história, sobressai um outro sentimento de elevado valor: o amor! Não, não é só amor idílico entre duas pessoas; é, também, o amor humano entre humanos, entre gente sofredora e impotente que se une nos momentos grandiosos, quer sejam as desgraças, quer sejam as glórias. Manuel Amaro Mendonça, autor de reconhecidos méritos, é competente na documentação que procura, na documentação que expõe, na documentação que deixa, e este livro é mais uma pedra basilar no seu caminho de escritor. Aconselho vivamente a leitura do "Lágrimas no rio". Qualquer leitor ficará seguramente mais rico após a sua leitura. Parabéns ao autor.
LNR
Lucinda
Oliveira do Hospital
Um romance que me levou ao século XIX, a uma aldeia perdida lá no meio das serras, retrógrada e pobre. Uma família rica e poderosa, cujo patriarca é um homem bom, tão bom, que sucumbe para ajudar os pobres camponeses vítimas do maior desastre que se poderia imaginar: uma derrocada que quase não deixou pedra sobre pedra. As lágrimas derramadas no rio fizeram-no transbordar e tudo levar com ele. Tudo ou quase tudo!... Uma narrativa aberta, em que alguns mistérios ficam por desvendar. Confesso: fiquei com vontade de saber mais!
EPB
Lucinda
Oliveira do Hospital
histórias de alguns sem tecto, ladrões de ocasião, despojados quase das suas identidades, terras do interior despovoadas, gente sem princípios que mata só pela sede de poder. Enfim, todo o tipo de gente que justifica bem o título do livro. Sim, entre o preto e o branco há uma infinidade de tons cinzentos. Ninguém é o que parece. Nem tudo o que parece é. Estas realidades são bem exploradas pelo autor.
TDX
Lucinda
Oliveira do Hospital
presente de amores, desamores, ciúmes e frustrações, narrativas pejadas de criatividade e engenho, às vezes um tanto mórbidas e com finais imprevisíveis.
DAM
Lucinda
Oliveira do Hospital
Através da sua leitura, viajei até ao Norte, mais propriamente até à Serra do Marão, que separa o Douro Litoral de Trás-os-Montes. “Daqueles Além Marão”, título de um dos livros, histórias e lendas de camponeses transmontanos, duros como as rochas que dominam a agrestidade da paisagem. À mistura, viajei no tempo, quando aquelas terras foram invadidas pelos jacobinos, que cometeram todo o tipo de atrocidades. Aliás, as Invasões Francesas são ou parecem ser um tema bastante presente na obra do escritor.
LNR
Linda
Cadaval
"Já acabei o livro! Muito obrigada, senti-me fazer parte destas gentes da aldeia de São Cristóvão do Covelo... Muito obrigada, por me trazer à memória muitos dos ditos da minha avó de terras de Barroso Sensibilizou-me... Adorei 💝e devorei o livro. Continue com estas belas inspirações, que tão belas recordações nos trazem, ou quem não as conhece fica rendido a tanta simplicidade, humildade e partilha nas nossas aldeias. "
TDX
Linda
Cadaval
"acabei de ler a história "Salvo" que me trouxe à memória as histórias da minha avó. Revivi as tardes passadas com ela, debaixo de uma carvalha velha, sentadas numa manta velha a ouvi-la... Obrigada"
DAM
Linda
Cadaval
"Meus sinceros parabéns!!! Apesar de estarmos com a netinha sempre se arranja um tempo para a leitura. Estou sempre ávida de saber o que vai acontecer nas histórias."
CDM
António
Cascais
Foi com muito prazer que li mais um livro do grande amigo Amaro. A maneira de relatar a história envolve o leitor a não deixar de ler a seguinte. Tenho lido todos os já publicados, mas este tem um enredo muito bom, com a descrição do Porto na época. A sociedade era mesmo assim os fidalgos, a igreja e o povo. Já estou à espera da continuação desta história pois a maldição não acabou, o bem não venceu o mal, antes estão em tréguas até à chegada do inferno dos furiosos. O meu obrigado pelas 2 tardes bem passadas a ler este livro. Quem estiver na duvida de o ler aconselho, não percam tempo e comecem a ler. Um grande abraço e cá fico esperando nova publicação
EPB
Linda
Cadaval
"Comovi-me com a história maravilhosa do Chico... Está espectacular 💖💖💖💖 O final... Eu a pensar que a polícia tinha sido chamada pela irmã, para o retirar da casa, e eis mais uma vez fui surpreendida... Agora que o Chico estava tão bem na vida... Excelente trabalho Manuel"
DAM
Alexandrina
Vila Nova de Gaia
Apreciei a forma fantástica como utilizou em todos os Contos (ou Narrativas) a riqueza da linguagem de um povo, que éramos e somos, a sua cultura, as suas crenças, os seus maldizeres, as suas desgraças, as suas lutas, as suas frustrações, a sua união e solidariedade sem limites, sempre que necessária. Enfim, conseguiu uma vez mais 'levar-me' até lá e mentalmente reviver aqueles episódios, alguns engraçados, outros até tristes, mas com uma escrita sempre tão envolvente, tão chamativa, que não nos deixa parar! O Manuel Amaro faz o que gosta, gosta do que faz, e nós gostamos de o ler. Chegada ao fim senti-me como uma criança que estando deliciada a comer um gelado, este lhe cai ao chão; já não há gelado! Fico à espera do próximo. Desejo-lhe as maiores felicidades e muitos sucessos a todos os níveis! Um grande abraço de Parabéns
DAM
Adriano
Vila Nova de Foz-Côa
Mergulhar na escrita do amigo Manuel Amaro Mendonça, é uma viagem no tempo que nos transporta aos locais descritos, nos permite cheirar as comidas, o vinho, nos faz sentir como fazendo parte do enredo, tal a riqueza da descrição e de alguns termos que me lembram a minha meninice. Continue, fico à espera do próximo.
DAM
Jorge
Oliveira do Hospital
Vai ainda a meio a leitura deste livro, e já se solta das veias aquele sangue Transmontano que me vai dominando desde a nascença. Grato Manuel Amaro Mendonça pela forma como escreves estas histórias como que cavadas “à jeira” por essas terras Dalém Marão
DAM
Manuel
Santo Tirso
Adoro a forma como somos envolvidos nas histórias enquanto ficamos a conhecer alguns factos da nossa história
DAM
Elisabete
Porto
Antes de começar a ler já sabia que iria valer a pena, agora que acabei só posso dizer que soube a pouco. Pequenas histórias que primam pela riqueza de pormenores e pela simplicidade com que nos são contadas, é difícil não ser-mos transportados para o local da ação e toda a história nos passa diante dos olhos como se de um filme se tratasse. Mais uma vez o Manuel Amaro Mendonça está de parabéns. Aguardo o próximo livro...
DAM
Diana
Coimbra
Só estou com pena porque já está a acabar 😢 estou a adorar!!! Que leitura fantástica...nem aptece parar, depois acaba rápido!!!continua a escrever que aguardo o próximo 😉 votos de muito sucesso!
DAM
Manuela
São Mamede de Infesta
Muito bom. Chega-se ao fim com prazer e apetece voltar a ler
DAM
António
Cascais
Foram 2 tardes bem passadas a ler o teu livro, histórias que nos levam a tempos idos e nos embrenhamos nos teus contos.
LNR
Isidro Sousa
No prefácio da obra
“(…) uma novela com um toque ligeiramente camiliano (…) “(…)descrições pormenorizadas de ambientes, diálogos e personagens, verdadeiramente cinematográficas (…)” “(…)imagens magnificentes de paisagens transmontanas, das suas aldeias remotas e das gentes simples e humildes que as povoam.” “E a riqueza do vocabulário? Perfeitamente adaptada à época e ao povo que habita uma aldeia remota cheia de vida.”
LNR
Angela
Porto
O livro " Lágrimas do Rio " permitiu uma leitura envolvente , fantástica ... levei-o comigo para uma semana de férias e em dois dias estava lido ! Foi de vicio ... Parabéns pelo dom e muito obrigada por partilhar estas histórias tão bonitas !
LNR
Joaquim
Santo Tirso
Já li o livro e gostei mesmo!! Está com uma leitura e narrativa bem interessante. As descrições estão tão boas, que conseguia imaginar o desenrolar de cada cena. A cena da morte do pai Montenegro, comoveu-me imenso. Parei um pouco a minha leitura nessa parte, porque tive de me recompor por causa da comovente a reação do filho,
LNR
Carla
Amadora
Se depressa começei a ler o livro, mais depressa o acabei. Adorei, muito bem escrito, as descrições da aldeia e das paisagens estão muito bem feitas, transportam-nos para o centro da acção mas sem serem demasiado enfadonhas. A maneira como coloca os diálogos, a maneira própria de falar daquela época, aliados ás descrições dos locais, levaram-me várias vezes a visualizar as cenas e a ver-me no meio da sala do solar dos Montenegro ou na taberna do Sebastião. Fantástico! Confesso que adorei o fim, bem ao meu gosto. Fico a aguardar a continuação desta trama que me parece ainda tem muito para contar
LNR
Ana
Vila Nova de Gaia
Ler Lágrimas no Rio é viajar para um passado tão longínquo, mas, ao mesmo tempo, tão próximo. O autor consegue levar-nos a percorrer os caminhos da aldeia e a embrenharmo-nos na sua história. É como se pertencêssemos ali… No final, apetece-nos saber mais sobre São Cristóvão do Covelo depois da reconstrução… Parabéns, Manuel Amaro Mendonça, pela forma como consegue descrever pessoas, lugares e sentimentos!
LNR
Suzete
Porto D'Ave
Acabei de ler "Lágrimas no Rio" de fio a pavio... só um reparo a apontar: vai demorar muito para saber mais sobre o Avelino, Ceição e as estatuetas maléficas? Nem queria acreditar quando cheguei ao fim. O pensamento imediato que me ocorreu foi: o resto, onde está o resto? Não quero que acabe já! Estás de parabéns! Espero ler a continuação desta obra o mais rápido possível. Fui sugada para o cenário transmontano e, apesar das temperaturas primaveris que se fazem agora sentir, arrepiei-me com aquele clima agreste, visualizei na perfeição a tragédia desta aldeia, vibrei com a postura do Avelino, senti a tristeza própria dos velórios, roguei pragas à mãe do Avelino... uma leitura que não deixa ninguém indiferente!
LNR
Alexandrina
Vila Nova de Gaia
Li-o num ápice! Prendeu-me desde o inicio e todo o seu conteúdo me maravilhou! Está cirurgicamente escrito 'à época' e felicito-o pela pesquisa exaustiva, nas eficaz que teve para esta sua obra. Tem de se gostar mesmo muito do que se faz e não há dúvidas que o Manuel Amaro Mendonça está na sua 'praia'. Vou-lhe confessar una coisa. Até ler o seu livro, só uma escritora tinha conseguido 'transportar-me' para dentro da acção, ao lê-la (Isabel Allende) e o Manuel Amaro 'levou-me' até São Cristóvão do Covelo. Alturas houve em que me senti lá no meio, tal a forma eficaz como consegue descrever os lugares e as pessoas! Acho que não faltou nada. O livro tem um bom começo, meio e fim! Está tudo lá!
LNR
Elisabete
Porto
Não deixem de ler. Eu adorei, de leitura fácil mas que nos envolve e nos transporta a todo o momento para o local da ação.
LNR
Adriano
Vila Nova de Foz-Côa
Gostei muito desta viagem ao passado, principalmente da descrição pormenorizada dos locais, das gentes, e do seu ''falar'', das fortes emoções transmitidas na narrativa do deslizamento de terras bem como quando o Avelino se declarou à Conceição. Foi começar a ler e já não deu para parar. Parabéns e continue a deliciar-nos com as suas apreciadas obras.
LNR
António
Cascais
Um livro bem interessante, depois do inicio em Terras de Xisto e Outras Histórias, veio a história e tramas do demo que tantas alterações fez a quem lhes tocava. Foram poucas as horas para devorar cada capitulo. O Manuel Amaro Mendonça consegue nos transpor para a época em que tem a história. Parabéns Amaro pelo teu livro, Fico á espera da continuação desta história.
LNR
Fernando
Porto
Um conto excelente, quer pela história, quer pela narrativa, que se lê com agrado mas com contido prazer, pois a epopeica desgraça nele relatada leva o leitor a um sentimento de incredulidade, de fatalidade, mas também de catarse. Embora seja uma obra de ficção, este livro é também um documento de época de um povo - transmontano - e de uma civilização que hoje roçam o inacreditável. por entre toda a angustia que envolve esta história, sobressai um outro sentimento de elevado valor: o amor! Não, não é só amor idílico entre duas pessoas; é, também, o amor humano entre humanos, entre gente sofredora e impotente que se une nos momentos grandiosos, quer sejam as desgraças, quer sejam as glórias. Manuel Amaro Mendonça, autor de reconhecidos méritos, é competente na documentação que procura, na documentação que expõe, na documentação que deixa, e este livro é mais uma pedra basilar no seu caminho de escritor. Aconselho vivamente a leitura do "Lágrimas no rio". Qualquer leitor ficará seguramente mais rico após a sua leitura. Parabéns ao autor.
TDX
Everson
Austria
"Interessante a dinâmica da escrita. Apaixonante do começo ao fim. Gostei. E quero mais. Muito bom trabalho."
TDX
António
Cascais
"Pequenas histórias (contos) que se lêem com agrado.."
TDX
Sandra
Guimarães
"As histórias são curtas, intensas e muito envolventes para o leitor. Ideal até para quem não costuma ler, cativa e não cansa."
TDX
Diana
Coimbra
"Recomendo... é de ler e querer mais..."
TDX
Luís
Vila Nova de Gaia
Sente-se uma ideia transversal a todos os contos, que se traduz no facto de não existirem verdades absolutas mas muitas verdades: uma (ou mais) para cada individuo. Faz-nos recordar que entre o preto e branco há uma variedade infinita de cinzentos. E tu descreves muito bem esses cinzentos a que normalmente não se dá tanta atenção."
DAM
António
Cascais
Amaro foram 2 tardes bem passadas a ler o teu livro, histórias que nos levam a tempos idos e nos embrenhamos nos teus contos.
DAM
Manuela
São Mamede de Infesta
Muito bom. Chega-se ao fim com prazer e apetece voltar a ler
DAM
Diana
Coimbra
Só estou com pena porque já está a acabar 😢 estou a adorar!!! Que leitura fantástica...nem aptece parar, depois acaba rápido!!!continua a escrever que aguardo o próximo 😉 votos de muito sucesso!
DAM
Elisabete
Porto
Antes de começar a ler já sabia que iria valer a pena, agora que acabei só posso dizer que soube a pouco. Pequenas histórias que primam pela riqueza de pormenores e pela simplicidade com que nos são contadas, é difícil não ser-mos transportados para o local da ação e toda a história nos passa diante dos olhos como se de um filme se tratasse. Mais uma vez o Manuel Amaro Mendonça está de parabéns. Aguardo o próximo livro...
DAM
Manuel
Santo Tirso
Adoro a forma como somos envolvidos nas histórias enquanto ficamos a conhecer alguns factos da nossa história
DAM
Jorge
Oliveira do Hospital
Vai ainda a meio a leitura deste livro, e já se solta das veias aquele sangue Transmontano que me vai dominando desde a nascença. Grato Manuel Amaro Mendonça pela forma como escreves estas histórias como que cavadas “à jeira” por essas terras Dalém Marão
DAM
Adriano
V.N. Foz-coa
Mergulhar na escrita do amigo Manuel Amaro Mendonça, é uma viagem no tempo que nos transporta aos locais descritos, nos permite cheirar as comidas, o vinho, nos faz sentir como fazendo parte do enredo, tal a riqueza da descrição e de alguns termos que me lembram a minha meninice. Continue, fico à espera do próximo.
DAM
Alexandrina
V.N. Gaia
Apreciei a forma fantástica como utilizou em todos os Contos (ou Narrativas) a riqueza da linguagem de um povo, que éramos e somos, a sua cultura, as suas crenças, os seus maldizeres, as suas desgraças, as suas lutas, as suas frustrações, a sua união e solidariedade sem limites, sempre que necessária. Enfim, conseguiu uma vez mais 'levar-me' até lá e mentalmente reviver aqueles episódios, alguns engraçados, outros até tristes, mas com uma escrita sempre tão envolvente, tão chamativa, que não nos deixa parar! O Manuel Amaro faz o que gosta, gosta do que faz, e nós gostamos de o ler. Chegada ao fim senti-me como uma criança que estando deliciada a comer um gelado, este lhe cai ao chão; já não há gelado! Fico à espera do próximo. Desejo-lhe as maiores felicidades e muitos sucessos a todos os níveis! Um grande abraço de Parabéns
EPB
Fernando
Porto
"Entre o preto e o branco é o limite de muitas cores, leia-se sentimentos, emoções, cada história a sua cor, enfim, um livro que motiva o leitor levando-o num crescendo de interesse até ao fim. Há livros que nos acrescentam, "Entre o preto e o branco" é um bom exemplo disso. Recomendo sem reticências."
EPB
Suzete
Porto D'Ave
Uma leitura fluída, sobre rodas, com enredos bem construídos e arejados. Deixem-se comover com o conto Uma Casa nas Ruas. Arrepiem-se com a descoberta e consequências de A Última Afronta e apreciem o karma de um Criminoso. Recordem o primeiro amor ao longo de Menina Bonita e assistam ao final de Luís e Isabel. Passagem de Ano, a altura de grandes decisões... Prioridades, quem não sabe o que isso é? Revi-me neste cenário, não sei porquê 😜 Tudo por amor: até onde somos capazes de ir? Manhã de domingo, quando uma gata é a companhia que nos resta... Por Cada Dia de Amor, um conto maravilhoso para ler e reler! A vida que eu quiser, as escolhas ditadas pelo orgulho. A Caminhada, uma visita fugaz à rotina dos cuidadores de doentes mentais. Solidão, o nosso espelho num futuro próximo. Um Dia Como Os Outros e o mundo nunca mais foi igual. A Última Habitante de Vale Santeiro, uma realidade cada vez mais sentida pela população mais idosa, no interior do nosso país . Comovente! São motivos de sobra para continuar a ler o Manuel Amaro Mendonça ou para ficar fã, se só agora descobriu o "Entre o Preto e o Branco", o quarto livro deste autor.