LÁGRIMAS NO RIO

Detalhes do produto

Edição:

Amazon Independent Publishing

20 de abril de 2016

Páginas:

182

ISBN:

978-1522839811

Dimensões:

Peso:

15.24 x 1.04 x 22.86 cm

290g

Idioma:

Português

LÁGRIMAS NO RIO

Manuel Amaro Mendonça

Avelino, é filho de Honório, da família Montenegro que são os mais importantes proprietários de São Cristóvão do Covelo. Encontrava-se a estudar no Porto, mas, como havia rumores de uma guerra eminente entre os irmãos D. Pedro e D. Miguel pelo trono de Portugal, Honório mandou-o regressar para a segurança do isolamento nas serras. A aldeia parece-lhe pequena e retrógrada, depois da vida numa cidade e ele sente-se contrariado. São os olhos de Maria da Conceição que vão fazê-lo mudar de ideias... e trazer-lhe dissabores. Gradualmente, começa a conhecer facetas da terra natal e da família de que nunca tivera conhecimento e já se revê a gerir o património ao lado do pai. Há, porém, um segredo tenebroso escondido que vai ser revelado de forma inesperada e violenta. O destino vai trocar-lhe as voltas e atirá-lo num “tudo ou nada” onde a sua formação moral vai ser decisiva para o levar ao sucesso... ou à desgraça.

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Linda

Cadaval

"Já acabei o livro! Muito obrigada, senti-me fazer parte destas gentes da aldeia de São Cristóvão do Covelo...
Muito obrigada, por me trazer à memória muitos dos ditos da minha avó de terras de Barroso Sensibilizou-me... Adorei 💝e devorei o livro. Continue com estas belas inspirações, que tão belas recordações nos trazem, ou quem não as conhece fica rendido a tanta simplicidade, humildade e partilha nas nossas aldeias. "

Isidro Sousa

No prefácio da obra

“(…) uma novela com um toque ligeiramente camiliano (…)

“(…)descrições pormenorizadas de ambientes, diálogos e personagens, verdadeiramente cinematográficas (…)”

“(…)imagens magnificentes de paisagens transmontanas, das suas aldeias remotas e das gentes simples e humildes que as povoam.”

“E a riqueza do vocabulário? Perfeitamente adaptada à época e ao povo que habita uma aldeia remota cheia de vida.”

Angela

Porto

O livro " Lágrimas do Rio " permitiu uma leitura envolvente , fantástica ... levei-o comigo para uma semana de férias e em dois dias estava lido ! Foi de vicio ... Parabéns pelo dom e muito obrigada por partilhar estas histórias tão bonitas !

Joaquim

Santo Tirso

Já li o livro e gostei mesmo!! Está com uma leitura e narrativa bem interessante. As descrições estão tão boas, que conseguia imaginar o desenrolar de cada cena.

A cena da morte do pai Montenegro, comoveu-me imenso. Parei um pouco a minha leitura nessa parte, porque tive de me recompor por causa da comovente a reação do filho,

Carla

Amadora

Se depressa começei a ler o livro, mais depressa o acabei. Adorei, muito bem escrito, as descrições da aldeia e das paisagens estão muito bem feitas, transportam-nos para o centro da acção mas sem serem demasiado enfadonhas.
A maneira como coloca os diálogos, a maneira própria de falar daquela época, aliados ás descrições dos locais, levaram-me várias vezes a visualizar as cenas e a ver-me no meio da sala do solar dos Montenegro ou na taberna do Sebastião. Fantástico!
Confesso que adorei o fim, bem ao meu gosto. Fico a aguardar a continuação desta trama que me parece ainda tem muito para contar

Ana

Vila Nova de Gaia

Ler Lágrimas no Rio é viajar para um passado tão longínquo, mas, ao mesmo tempo, tão próximo. O autor consegue levar-nos a percorrer os caminhos da aldeia e a embrenharmo-nos na sua história. É como se pertencêssemos ali…
No final, apetece-nos saber mais sobre São Cristóvão do Covelo depois da reconstrução…
Parabéns, Manuel Amaro Mendonça, pela forma como consegue descrever pessoas, lugares e sentimentos!

Suzete

Porto D'Ave

Acabei de ler "Lágrimas no Rio" de fio a pavio... só um reparo a apontar: vai demorar muito para saber mais sobre o Avelino, Ceição e as estatuetas maléficas? Nem queria acreditar quando cheguei ao fim. O pensamento imediato que me ocorreu foi: o resto, onde está o resto? Não quero que acabe já! Estás de parabéns! Espero ler a continuação desta obra o mais rápido possível. Fui sugada para o cenário transmontano e, apesar das temperaturas primaveris que se fazem agora sentir, arrepiei-me com aquele clima agreste, visualizei na perfeição a tragédia desta aldeia, vibrei com a postura do Avelino, senti a tristeza própria dos velórios, roguei pragas à mãe do Avelino... uma leitura que não deixa ninguém indiferente!

Alexandrina

Vila Nova de Gaia

Li-o num ápice! Prendeu-me desde o inicio e todo o seu conteúdo me maravilhou! Está cirurgicamente escrito 'à época' e felicito-o pela pesquisa exaustiva, nas eficaz que teve para esta sua obra. Tem de se gostar mesmo muito do que se faz e não há dúvidas que o Manuel Amaro Mendonça está na sua 'praia'.
Vou-lhe confessar una coisa. Até ler o seu livro, só uma escritora tinha conseguido 'transportar-me' para dentro da acção, ao lê-la (Isabel Allende) e o Manuel Amaro 'levou-me' até São Cristóvão do Covelo. Alturas houve em que me senti lá no meio, tal a forma eficaz como consegue descrever os lugares e as pessoas!
Acho que não faltou nada. O livro tem um bom começo, meio e fim! Está tudo lá!

Elisabete

Porto

Não deixem de ler. Eu adorei, de leitura fácil mas que nos envolve e nos transporta a todo o momento para o local da ação.

Adriano

Vila Nova de Foz-Côa


Gostei muito desta viagem ao passado, principalmente da descrição pormenorizada dos locais, das gentes, e do seu ''falar'', das fortes emoções transmitidas na narrativa do deslizamento de terras bem como quando o Avelino se declarou à Conceição. Foi começar a ler e já não deu para parar. Parabéns e continue a deliciar-nos com as suas apreciadas obras.

António

Cascais


Um livro bem interessante, depois do inicio em Terras de Xisto e Outras Histórias, veio a história e tramas do demo que tantas alterações fez a quem lhes tocava. Foram poucas as horas para devorar cada capitulo. O Manuel Amaro Mendonça consegue nos transpor para a época em que tem a história. Parabéns Amaro pelo teu livro, Fico á espera da continuação desta história.

Fernando

Porto

Um conto excelente, quer pela história, quer pela narrativa, que se lê com agrado mas com contido prazer, pois a epopeica desgraça nele relatada leva o leitor a um sentimento de incredulidade, de fatalidade, mas também de catarse.
Embora seja uma obra de ficção, este livro é também um documento de época de um povo - transmontano - e de uma civilização que hoje roçam o inacreditável.
por entre toda a angustia que envolve esta história, sobressai um outro sentimento de elevado valor: o amor! Não, não é só amor idílico entre duas pessoas; é, também, o amor humano entre humanos, entre gente sofredora e impotente que se une nos momentos grandiosos, quer sejam as desgraças, quer sejam as glórias.
Manuel Amaro Mendonça, autor de reconhecidos méritos, é competente na documentação que procura, na documentação que expõe, na documentação que deixa, e este livro é mais uma pedra basilar no seu caminho de escritor.
Aconselho vivamente a leitura do "Lágrimas no rio". Qualquer leitor ficará seguramente mais rico após a sua leitura.
Parabéns ao autor.