Detalhes do produto

  • Capa comum: 212 páginas

  • Editora: Createspace Independent Publishing Platform (20 de abril de 2016)

  • Idioma: Português

  • ISBN-10: 152283981X

  • ISBN-13: 978-1522839811

  • Dimensões do produto: 15,2 x 1,2 x 22,9 cm

  • Peso do produto: 381 g

Lágrimas no Rio

de Manuel Amaro Mendonça

Avelino, é filho de Honório, da família Montenegro que são os mais importantes proprietários de São Cristóvão do Covelo. Encontrava-se a estudar no Porto, mas, como havia rumores de uma guerra eminente entre os irmãos D. Pedro e D. Miguel pelo trono de Portugal, Honório mandou-o regressar para a segurança do isolamento nas serras.

A aldeia parece-lhe pequena e retrógrada, depois da vida numa cidade e ele sente-se contrariado. São os olhos de Maria da Conceição que vão fazê-lo mudar de ideias... e trazer-lhe dissabores.

Gradualmente, começa a conhecer facetas da terra natal e da família de que nunca tivera conhecimento e já se revê a gerir o património ao lado do pai. Há, porém, um segredo tenebroso escondido que vai ser revelado de forma inesperada e violenta. O destino vai trocar-lhe as voltas e atirá-lo num “tudo ou nada” onde a sua formação moral vai ser decisiva para o levar ao sucesso... ou à desgraça.

Prima um dos botões abaixo para encomendar

Alguns excertos do prefácio de Isidro Sousa, incluído neste livro.

 

"(...) não tenho dúvidas de que esta nova obra de Manuel Amaro Mendonça irá deliciar todos os leitores que apreciam uma boa narração dramática."

 

"(...) as descrições pormenorizadas de ambientes, diálogos e personagens, verdadeiramente cinematográficas, que mergulham o leitor de corpo e alma na trama, transportando-o para universos nos quais predominam ruralidades e realidades de um Portugal menos conhecido, mescladas com imagens magnificentes de paisagens transmontanas, das suas aldeias remotas e das gentes simples e humildes que as povoam."

 

"(...) vislumbramos magníficas imagens visuais deste protagonista sensível aos problemas dos varejadores, que «varejam as oliveiras carregadas de água» naqueles montes longínquos que tinham o imponente Marão no limite do horizonte, excelentes descrições da região transmontana banhada por fortes temporais, em que os pobres trabalhadores rurais se dedicam a recolher a azeitona para a produção de azeite agasalhados por intempéries torrenciais. Belas imagens de paisagens agrestes de um Portugal profundo, do ambiente aldeão e das frequentes reuniões na taberna de Covelo, onde se desenrola boa parte da acção. E a riqueza do vocabulário? Perfeitamente adaptada à época e ao povo que habita uma aldeia remota cheia de vida."

This site was designed with the
.com
website builder. Create your website today.
Start Now