Até que Chegues

O vento gelado queima o meu rosto E os olhos choram com o frio, Ao olhar a imensidão do mar. O troar continuo das ondas, Batendo eternamente nas rochas, Lembra a inevitabilidade da dor Associada à força dos sentimentos. Tambem ela bate continuamente em nós, Furiosamente, macerando, quebrantando, Destruindo a força de vontade. As gaivotas gritam estridentemente Procurando algures entre as águas, Um pouco de alimento fisico. Tambem eu busco neste horizonte imenso Um pouco de alimento, espiritual. De olhos estendidos ao céu, Pensamentos perdidos no anjo que és. Ao longe um navio demanda o cais, Cidadela iluminada, consciente do destino, Enquanto eu erro à deriva na vida. Sonhos esfarrapados com

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